Os residentes portugueses já começam a estar em maioria nos resorts, um ‘luxo’ que costumava estar mais reservado aos compradores estrangeiros mas que a pandemia veio alterar dando o estímulo que faltava aos nacionais para avançar.

Um bom exemplo vem do Belas Clube de Campo (BCC), condomínio de luxo a 15 minutos de Lisboa, que viu a presença de residentes nacionais subir nos últimos dois anos. “Em 2020 o mercado nacional representava 30% das vendas no Lisbon Green Valley. Atualmente o mercado nacional passou a representar 60% das vendas realizadas. A pandemia veio alterar o perfil de cliente e o padrão da procura. Hoje as famílias procuram casas com amplas áreas interiores e exteriores, valorizam o contacto com a natureza e a tranquilidade do local”, realçou à Visão Imobiliário, Bruno Martins, Diretor Comercial do BCC, lembrando que pesa também na decisão de quem compra a existência de equipamentos no condomínio como uma escola, restaurante, farmácia e a possibilidade da prática de atividades desportivas, como o golfe ou o ténis.

Para atender a este incremento na procura, o Belas Clube de Campo vai agora lançar mais uma fase do Lisbon Green Valley, um conjunto de 17 apartamentos prontos a habitar, com valores a variar entre os 405.000€ (T1) e os 780.000€ para os apartamentos maiores (T3). Da autoria do arquiteto Eduardo Capinha Lopes, as casas têm acesso a um jardim e piscina privativa e todas possuem varandas com uma vista aberta para a envolvente verde.

“Os apartamentos estão 100% concluídos e vêm dar resposta à escassez de produto concluido no mercado. Temos 50% das unidades vendidas e/ou reservadas, o que reflete o interesse neste tipo de oferta”, salientou ainda o responsável, lembrando que “a pandemia pôs em evidência a centralidade da casa na vida das pessoas – é a ideia da “homification” – e a crescente procura por uma vida mais equilibrada e em harmonia com a natureza”.

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No cômputo geral da dinâmica imobiliária do empreendimento (incluindo revendas), os apartamentos foram a solução residencial mais procurada (62%), seguindo-se os lotes para construção de moradias unifamiliares (25%) e, por fim, as townhouses (13%).

O mercado estrangeiro, que representou uma fatia de 40% das vendas no Lisbon Green Valley, foi dominado pelos clientes brasileiros, que depois dos portugueses são a nacionalidade mais preponderante (35%), seguindo-se angolanos, indianos, franceses, americanos e ingleses. O projeto Lisbon Green Valley que está a ser implementado no Belas Clube de Campo tem previsto um total de 250 casas.

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