Em entrevista ao Expresso, André Jordan, Presidente do Grupo André Jordan, passa a pente fino as questões que afetam os sectores do imobiliário e do turismo.

A entrega da promoção e do marketing externo de Portugal a privados e uma profunda revisão da carga fiscal que recai sobre o imobiliário e o turismo são algumas das medidas que André Jordan considera essenciais para dinamizar um sector no rescaldo da pandemia. “Dever-se-ia reduzir drasticamente o IVA para toda a fileira do turismo”, diz o empresário, que se notabilizou por ter criado a Quinta do Lago e desenvolvido os projetos Vilamoura XXI e Belas Clube de Campo. Jordan considera que Portugal não perdeu capacidade de atração de investimento com a crise sanitária, mas salienta que fazer imobiliário destinado à classe média nacional só é possível fora de Lisboa e com o apoio do Estado. Quanto às restrições impostas nos vistos gold em Lisboa e no Porto, diz ser “infantil” querer impor destinos de investimento.

Qual é a perceção que o mercado internacional tem do país?

No imobiliário, a perceção que existe nos principais mercados é mais forte do que no turismo. A atratividade de Portugal em termos de condições de vida, como lugar para viver, é muito positiva. É um país com bom clima, paz social, segurança — o que hoje é muito importante — e estabilidade política. O preço do imobiliário de qualidade mantém-se muito favorável e atraente para o investidor.

Consulte o artigo completo aqui.