Se fizer o exercício de perceber os idiomas que mais se falam enquanto desce a Avenida da Liberdade ou passeia pelo Chiado, em Lisboa, vai de certeza ouvir falar muito francês, inglês, espanhol ou mandarim. Mas se fizer o mesmo exercicio em zonas mais residenciais como as Avenidas Novas ou Cascais, vai ouvir muito o brasileiro.

De facto, os brasileiros têm sido dos que mais têm investido na compra de casa em Portugal nos últimos dois a três anos, mas no que toca ao investimento institucional, ou seja, na compra de edifícios para reabilitar, de centros comerciais, ou de edifícios de escritórios, o Brasil não é sequer mencionado na lista das principais nacionalidades.

É isto que a Associação para oDesenvolvimento do Imobiliário e Turístico do Brasil (ADIT) quer alterar, ou seja, que além da compra de casas, os brasileiros também façam grandes investimentos em Portugal. Até porque agora o imobiliário e o turismo estão em alta e o país está “na moda”. Para isso, esta entidade sediada no Brasil, vai trazer cerca de 15 empresários e promotores a Portugal durante a próxima semana, entre 10 e 15 de setembro, para retomar a relação que estes dois países sempre tiveram ao nível dos negócios mas que, de certa forma, se perdeu quando Portugal entrou em crise.

“Estamos a retomar uma tradição de maior interação com Portugal depois de um longo tempo ausente e vamos levar os empresários para que eles fiquem a saber o que está a acontecer agora no país e aprender com os portugueses, principalmente, sobre os grandes empreendimentos”. explica ao Expresso o presidente da ADIT, Felipe Cavalcante. Ou seja, o objetivo é trocar experiências, contactos e interesses em comum. “Vamos fazer esta visita numa ótica de longo prazo e não com o objetivo de fazer já negócios. O importante é que se criem relações”, acrescenta o responsável da ADIT.

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